Quem é Danilo Breda? A História do Fundador da Meu Piano

Eu te ensino a realizar o seu sonho de aprender a tocar teclado – de forma descomplicada e sem sair de casa

Quem é Danilo Breda? O Fundador do Projeto de Piano e Teclado, MeuPiano.com.br | Meu Piano

Quem é Danilo Breda? Fundador do Canal e Método Meu Piano? 

Continue lendo este artigo para compreender mais sua jornada e seu trabalho.

Eu, assim como a maioria dos músicos, vivia uma vida a esmo, sem perspectiva assertiva com relação ao futuro e ao trabalho. Minha vida se baseava em:

  • Dar aulas particulares em conservatórios com metodologias tradicionais.
  • Tocar em bares e pubs.
  • Ganhar para sobreviver.
  • Ver todos os dias alunos entrando com um sorriso e um sonho em aprender à tocar e a saírem depois de um tempo totalmente desinteressados.

Existe algo curioso que acontece no meio musical, desde o momento em que alguém se decide tornar um músico profissional, são muitas as pessoas, inclusive os próprios músicos que lhe dirão coisas como:

  • “Prepare-se, o mercado é escasso e faltam oportunidades.”
  • “Se prepare para estudar muito e ganhar pouco”
  • “A maioria dos seus alunos irão desistir do instrumento dentro de poucos meses.”

A consciência de escassez e o conformismo é instalado de forma tão forte e tão imediata na cabeça dos novos músicos que são poucos (quase nenhum) que para por um instante e se pergunta: “Mas será que não existe uma outra maneira de inovar? De ser e fazer diferente?”.

Eu gostaria muito de ter tido a capacidade de me fazer estes questionamentos quando entrei para o mercado musical. Mas não tive, precisei viver a realidade e a dor do músico contemporâneo. 

Tudo se resumia a 2 linhas de pensamento que era: de amar meu trabalho, mas ao mesmo tempo não ter perspectiva de algo maior.

Alguns anos se passaram, tive muitos alunos e conheci muitos músicos – me tornei multi instrumentista – e logo em seguida, viajei para os Estados Unidos para estudar música na, Valencia College, Flórida – CA…

Toquei com músicos de todos os países do mundo e depois de toda essa experiência, voltei para o Brasil e tudo era igual. 

Me adequar novamente a mesma rotina, em uma cidade grande era um desafio grande demais para encarar…

… Passar por toda aquela experiência me trouxe uma maturidade maior para lidar com a situação no Brasil….

Eu não fazia a menor idéia de como, mas havia decidido que as coisas seriam diferentes de alguma forma. Simplesmente voltei a dar aulas com uma outra mentalidade…

E é aí que as coisas começaram a tomar um outro rumo. 

Como professor de conservatório, eu era obrigado a utilizar de todo o material das próprias escolas para dar aulas. E como eu estava cansado daquilo, resolvi caminhar sozinho e dar aulas apenas particulares – daquela forma eu poderia explorar diferentes metodologias de ensino.

Foi quando voltei a dar aulas que uma coisa ficou clara para mim:

– Os professores e músicos não se comunicavam de maneira adequada com seus alunos, estávamos habituados à chegar com uma postura de “eu tenho o que você precisa para aprender a tocar”, o problema disso era justamente o fato de que eles não se permitiam entender O QUE os alunos queriam.

Se a grande maioria das músicas que as pessoas querem aprender a tocar hoje não estão nem documentadas em partituras, porque raios eu iria ensinar a tocar através de partituras? 

Foi nesse momento onde tomei a decisão de ficar ao lado do aluno e escutá-lo, para poder entender a atender às suas reais necessidades. 

Literalmente fechar a apostila e experimentar diferentes meios de comunicação, de aprendizagem e como dosar técnica e prática. 

Uma coisa que notei era que absolutamente 100% das pessoas que começavam a fazer aulas tinham uma música em mente que gostariam muito de tocar, então pensei: “O que ela precisa para aprender a tocar tal música?” Acordes? Escalas?” 

Eram diferentes possibilidades, foi então que percebi que em todos os casos havia algo que todo mundo precisava que eu nomeei de “Básico Essencial”.

O Básico Essencial, você conhece?

 
  • Acordes básicos;
  • Escalas básicas;
  • Variação rítmica básica; 

O mínimo para dar vida e movimento para uma leitura de cifras por exemplo. 

De cara isso fez TODA a diferença e pela primeira vez comecei a ver interesse nos alunos em continuar com as aulas, uma simples postura de humildade perante os alunos mudou o curso de seus resultados.

Com o tempo fui tempo novas observações muito interessantes, porque não criar uma versão simplificada da música que o aluno quer aprender e usá-la como exercício de coordenação? 

Isso caiu como uma luva no ensino, “matando dois coelhos com uma cajadada.” 

Outras questões muito interessantes como tempo de estudo; memória muscular; linguagem musical e muito mais.

Então comecei a aprimorar meu método e ir atrás de respostas científicas das ações que a música tem em nosso cérebro e nossas emoções. 

Uma simples mudança de postura, não apenas como profissional, mas como um ser humano, abriu a minha mente para uma realidade óbvia: Os métodos tradicionais de ensino não mais suprem a necessidade e a demanda atual dos novos alunos. 

Após um tempo, decidi simplesmente levar de algumas aulas minhas para a internet com o intuito de dividir este conhecimento e estudar mais profundamente o público. 

Qual foi o resultado disso? 

Em pouco tempo, comecei a ter uma média de mais de 5 mil inscritos novos por mês em meu canal do Youtube, vários vídeos começaram a viralizar e ter mais de 200.000 visualizações e no momento em que estou escrevendo isso, minhas aulas passaram da marca de mais de 2.5 milhões de visualizações e tenho mais de 15.000 alunos em cursos online pela a internet.

Hoje, muito mais experiente, vou dividir com você algumas lições muito valiosas das quais aprendi durante este tempo e que fazem parte de minha metodologia.

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